Notícias

Presenças - Abertura "Vinhos de Inverno"

Os Vereadores do PS (José Junqueiro, João Paulo Rebelo e Rosa Monteiro) estiveram na abertura do Salão de Vinhos de Inverno, com 26 produtores e adegas.

A organização pertence à autarquia e os parceiros são a CVRD, ADDLAP e Turismo do Centro.

"O espaço está "organizado em quatro salas do rés-do-chão" do Solar dos Vinhos do Dão com uma alargada oferta de experiências vínicas. Nos vários espaços poderá provar vinhos do Dão, queijos, enchidos, compotas e dioces, pão e biscoitos ... enquanto partilha ideias com os diversos produtores"."

Fonte: Blog gotadeagua53.blogspot.pt 

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06 de Dezembro de 2014

Vereadores do PS contestam prazo do Viseu Terceiro

Vereadores do PS contestam prazo de candidaturas ao Viseu Terceiro

Os vereadores do PS não concordam com o prazo de dez dias estabelecido para as candidaturas ao programa Viseu Terceiro por ser curto e não garantir, portanto, equidade entre “grandes projetos” e “projetos emergentes” ou “entre instituições consolidadas” e “novos atores”, conforme o nº3 do art.3º das normas de acesso.

Não será, pois, possível a todos os possíveis candidatos encontrar, em tempo tão limitado, parceiros que se constituam em fontes de financiamento, matéria que no parâmetro da “Mobilização de financiamento ou patrimónios exteriores ao Município” tem um peso de 100%. 

Assumem, por isso, independentemente da valor da iniciativa, o voto contra em nome dos princípios da transparência e igualdade de oportunidades.

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05 de Dezembro de 2014

XIX Congresso Nacional da JS

Hoje começa o XIX Congresso Nacional da Juventude Socialista, em Tróia.

Os Delegados do Concelho de Viseu são:

- Rafael Guimarães;

- José Pedro Gomes;

- Manuel Mirandez;

- João Sevivas;

- Sara Calhau;

- Henrique Sá Melo;

- Pedro Coelho.

Desejamos a todos um óptimo Congresso.

Uma JS forte contribui sempre para um PS de sucesso!

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05 de Dezembro de 2014

Deputados questionam falta de efectivos da PSP

Deputados do PS questionaram falta de efetivos da PSP no Comando Distrital de Viseu

A falta de efetivos no Comando distrital da PSP de Viseu foi um dos temas centrais de uma reunião realizada entre o Sindicato Nacional de Polícia e o vice-presidente da Câmara Municipal de Viseu (foto infra do Diário de Viseu de 3.12.2014).

Este é um tema recorrente que ao longo do tempo tem preocupado quer a própria estrutura da PSP quer as autarquias das áreas de influência da PSP, Viseu e Lamego.

Aliás, esta questão já mereceu, nesta legislatura, uma pergunta ao Ministro da Administração Interna, por parte dos deputados do PS de Viseu, em 25.07.2012, que na sua resposta enquadrou o número de efetivos de um território com o peso da atividade operacional e com o número de ocorrências, mas assumiu, à data, que se iria reforçar o número de efetivos do comando depois de concluído o novo curso de formação de agentes que iria decorrer, à época.

Ora, sabendo-se como se sabe que a média etária dos efetivos do Comando Distrital de Viseu da PSP é muito elevada, rondando os 48 anos, com as inerentes consequências desse facto, e sabendo-se que anualmente há agentes que se aposentam, impõe-se que exista um planeamento adequado por parte do Ministério da Administração Interna que evite que este comando seja, constantemente, confrontado com a escassez de efetivos para fazer face às inúmeras missões atribuídas à PSP.

Segundo dados do Sindicato Nacional de Polícia, veiculados pela comunicação social, só durante o corrente ano ter-se-ão aposentado na área do Comando Distrital de Viseu da PSP “mais de duas dezenas de agentes”, sem que a reposição fosse efetuada nos mesmos termos, o que pode colocar em rutura o policiamento de proximidade bem como o cumprimento do contrato local de segurança.

Face ao que precede os deputados do PS eleitos pelo círculo eleitoral de Viseu vêm, nos termos constitucionais e regimentais, questionar a Ministra da Administração Interna nos seguintes termos:

1. Quando vai ser aumentado o número de efetivos no Comando Distrital da PSP de Viseu para fazer face às missões que estão incumbidas à polícia nas suas áreas de influências, nos concelhos de Viseu e de Lamego?


Fonte: Blog Letras e Conteúdos - letraseconteudos.blogspot.pt 

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04 de Dezembro de 2014


Próximos Eventos


Outras notícias

No próximo dia 17 de Dezembro, pelas 19h30, decorrerá o Jantar de Natal da Federação de Viseu do Partido Socialista.

Será em Viseu, no restaurante Quinta da Fontinha da Pedra, em Moure de Madalena (em frente ao Day after, direção Viseu - Lamego na estrada nacional vira-se à direita).

O preço por pessoa é de 10 euros.

Este momento de convívio é de grande importância para reforçarmos o nosso partido.

Nota: a Concelhia de Viseu da Juventude Socialista associa-se ao Jantar de Natal através das recolha de alimentos e de bens, que posteriormente distribuirá por instituições de Viseu.

Solicitamos, por isso, o contributo de todos.

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03 de Dezembro de 2014

Em dia de encerramento do Congresso Nacional do PS, Manuel Mirandez (líder da JS), José Pedro Gomes (Secretário da Concelhia) e Rosa Monteiro (Vereadora do PS) estiveram presentes na abertura das celebrações de Natal em Viseu.

Foi no passado domingo que a iluminação de Natal se acendeu pela primeira vez e que as iniciativas de celebração "Viseu Natal Sonho Tradicional" arrancaram.

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03 de Dezembro de 2014

A territorialização das políticas educativas não pode converter-se na municipalização do ensino

A apologia da autonomia e da abertura à participação social no governo das escolas integra-se num quadro mais vasto de defesa da territorialização ou localização das políticas educativas. Não se trata apenas de uma valorização social das funções educativas do poder local, mas, essencialmente, de um fenómeno político de reconhecimento, efetivo ou de um discurso hipocritamente formulado, da importância do poder local pelo poder central. Uns entendem esta localização da educação numa ótica de estabelecimento de parcerias, outros perspetivam-na como uma desresponsabilização dos governos face à máquina pesada da realidade educativa e outros, ainda, olham-na, desconfiados, como uma imposição, mais ou menos velada, de políticas educativas neoliberais comandadas, por controlo remoto, da 5 de outubro.

As parcerias com o poder local apenas se justificam numa lógica de desenvolvimento local “ (…) na certeza de que o papel da Educação é determinante para corrigir determinadas assimetrias ainda existentes” (Conselho Nacional de Educação) e na assunção de que a Escola desempenha um papel decisivo ao nível da coesão social (Roberto Carneiro, 2001), pois é um espaço privilegiado ao reunir todas as condições necessárias para o exercício da cidadania.

Muitos têm sido os normativos, dos sucessivos governos, que preconizam um alargamento de transferência de poderes para as Câmaras Municipais, que têm passado, essencialmente, pela gestão dos edifícios escolares, na educação pré-escolar e no primeiro ciclo, pelos transportes escolares e algumas medidas de apoio socioeducativo e atividades extracurriculares. No entanto, não são, provavelmente, estas as atribuições que interessam às autarquias. A hipótese de outro tipo de intervenção municipal na educação tem desencadeado alguma tensão. Por um lado, os profissionais das escolas não a veem com muito bons olhos; por outro, as autarquias exigem contrapartidas de natureza económica, pelo menos por agora.

Apesar desta “aparente” abertura à gestão local da educação, muitos analistas e investigadores concluem que ela é feita de medidas avulsas e até desconexas e os conselhos municipais de educação uma oportunidade perdida (Pinhal, 2004). Muitos presidentes de Câmara revelam dificuldades em gerir um órgão que lhes foi imposto, para o qual, legitimamente, muitos não se sentem (e não estão) preparados, ou fazem-no muito “lateralmente, subvertendo e mesmo ignorando os referencias normativos que o instituem” (Cruz, 2012).

O envolvimento das autarquias na definição e gestão das políticas educativas deve situar-se no terreno do partenariado socioeducativo, na elaboração conjunta de um projeto educativo local, orientando-se pelo princípio da participação de todos na qualidade da educação, condição matricial para o desenvolvimento humano, logo para o desenvolvimento social. Nunca poderá evoluir para um municipalismo subordinado a um ou outro partido, a uma ou outra oligarquia, sob a pena de negarmos a própria democracia.

 

PS: A municipalização da educação é uma ideia peregrina do CDS/PP num dos seus programas de governo…

Ana Albuquerque

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02 de Dezembro de 2014

Na sequência do XX Congresso Nacional, o PS passa a ter uma nova liderança consolidada, consagrando também uma nova composição de todos os novos órgãos nacionais.

Adelaide Modesto, Fernando Cálix, João Paulo Rebelo, José Junqueiro e Miguel Ginestal foram os militantes do concelho de Viseu escolhidos para Comissários Nacionais do PS.

Os militantes do distrito de Viseu que ainda ficaram nos órgãos nacionais são os seguintes: Acácio Pinto (Comissão Política Nacional), João Azevedo (Mesa da Comissão Nacional), Elza Pais, João Mendes, João Ribeiro, João Tiago Henriques e Marisabel Moutela (Comissão Nacional).

Fique a conhecer a composição de todos os novos órgãos nacionais do PS, em especial os novos Secretários Nacionais, aos quais desejamos o maior sucesso: http://www.ps.pt/xx-congresso-nacional-do-ps/xx-congresso-nacional-do-ps.html

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01 de Dezembro de 2014

1 de Dezembro - Restauração da Independência

"A primeira data sem a qual nenhuma outra data existiria"

Este ano assinalam-se 374 anos do golpe de estado revolucionário ocorrido a 1 de Dezembro de 1640, data que foi considerada feriado nacional desde 1910 até 2012. No ano passado já não se celebrou dessa forma, em virtude da decisão tomada pelo actual Governo de maioria PSD/CDS-PP.

O 1º de Dezembro é património de Portugal e dos portugueses, pertence à comunidade e a ninguém é moralmente permitido dispor dele com ligeireza, mesmo que o faça invocando o nome do Estado.

Que este seja o último ano sem feriado no Dia da Restauração da Independência.

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01 de Dezembro de 2014

Para prosseguir com esta política não contam connosco.

"Não é um problemas de nomes. É uma questão de políticas. Para prosseguir esta política não contam connosco" assegurou António Costa no encerramento do congresso socialista que se realizou este fim de semana. 

"Todos os dias há mais um exemplo do que nos distingue face a esta direita. Há cada vez maior fosso ideólogico, cultural e até civilizacional".

"Uma direita que entende que o valor de um filho varia em função da natureza da família. Como se uma criança que vive apenas com pai ou mãe tivesse menos valor que uma criança que vive com um casal."

"Os portugueses pedem-nos que sejamos alternativas ao actual Governo e às actuais políticas. E não é possível ser alternativa a estas políticas com quem quer continuar a prosseguir estas mesmas políticas" concluiu António Costa.

Estaremos atentos aos problemas efetivos das pessoas.

"O que nos é pedido, o que temos de fazer é estarmos atentos aos problemas efectivos dos portugueses." afirmou António Costa no encerramento do XX Congresso do Partido Socialista. "E esses problemas não são parâmetros estatísticos. São histórias concretas." acrescentou no final do encontro realizado este fim de semana na FIL em Lisboa.

"São empresários que depois de emitida factura aguardam anos pelo pagamento da factura mas que entretanto têm que pagar o IVA correspondente. Ou os inquilinos que vêm as rendas a subir e não vêm a regulamentação do subísidio de arrendamento.

São histórias de vida das famílias que sonharam com uma vida diferente para os filhos. Que investiram na sua educação. Para que pudessem tirar um curso e agora se vêm amargados entre o desemprego ou a emigração porque o Governo lhes disse que o seu futuro é emigrar. 

Sao as histórias de vida dos homens e mulheres da minha geração que sofrem com o desemprego de longa duração. Aqueles desempregados a quem o PS propôs a prorrogação do Subsídio Social de Desemprego e que foi recusado pela actual maioria.

São as histórias de vida de quem investiu na compra de casa própria. Um património a deixar para os seus filhos e que fazem contas para saber se para o próximo ano terão ou não dinheiro para pagar o IMI e que o PS propôs a manutenção da cláusula de salvaguarda e que a actual maioria recusou."

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30 de Novembro de 2014