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Eleições Directas - SG e Delegados ao Congresso

Amanhã, das 14h às 22h, na Sede do PS Viseu, decorrem as Eleições Directas para o cargo de Secretário-Geral do Partido Socialista e para os Delegados ao XX Congresso Nacional do PS.

Na Concelhia de Viseu, foram entregues 2 listas candidatas.

Aqui fica a composição de cada uma:


LISTA A

Alexandre Azevedo Pinto

Olga Sacramento

Bruno Gonçalves

António Saraiva

Ana Rita Alexandre

Marco Cardoso

Susana Lopes

Manuel Costa

Carlos Paiva

Catarina Norte

Fernando Esteves

João Lima

Ana Bela Cabral

Hermínio Moreira

Jorge Resende

Sofia Oliveira

Carlos Lopes

Paula Camila Martins

Sílvia Almeida

Vitor Simão

Suzana Lucas

Flórido Marques

Filipe Nunes

____________________________________

LISTA B

João Paulo Rebelo

António Correia de Campos

Fátima Lopes

Alberto Ascensão

Carlos Portugal

Cristina Fonseca

Alcídio Faustino

Bernardo Simões

Andreia Coelho

José Seabra

Manuel Mirandez

Cristina Varandas

Fernando Cálix

Rosa Ladeira

Cristofe Pedrinho

Alfredo Santos

Sara Calhau

Henrique Sá Melo

João Magno

Mónica Ferreira

António Mouga Lopes

Conceição Matos

Fernando Bexiga

Rui Santos

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21 de Novembro de 2014

Dia Mundial em Memória das Vítimas da Estrada

Artigo de Helena Rebelo publicado no Diário de Viseu do dia 19 de Novembro de 2014, a propósito do Dia Mundial em Memória das Vítimas da Estrada.

Mortos nas estradas portuguesas (ANSR):

1991 - 2225 pessoas

2003 - 1356 pessoas

2006 - 850 pessoas 

2013 - 518 pessoas

Uma redução notável que não prescinde do empenho de TODOS!

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20 de Novembro de 2014

Posição da JS - Confraria infanto-juvenil do Dão

JS diz que Câmara Municipal deve repensar criação da confraria infanto-juvenil do Dão 

A Concelhia de Viseu da Juventude socialista mostra-se profundamente contra a ideia da Câmara Municipal de Viseu de criar uma confraria de promoção do vinho do Dão, destinada a crianças entre os 7 e os 12 anos. 

Para Manuel Mirandez, líder da JS Viseu, “a aposta na promoção do vinho do Dão é de salutar, mas entendemos que há limites” e acrescenta “iniciativas deste género não reforçam a imagem, que muito defendemos dos Vinhos do Dão, pelo contrário diminuem-na e menorizam-na.” 

O líder dos jovens socialistas diz ainda que “ligar crianças à promoção de bebidas alcoólicas não nos parece uma boa ideia” e questiona “esta não será uma forma de instrumentalização política e comercial de menores para “venerar” as opções estratégicas da Câmara Municipal?” 

Manuel Mirandez termina dizendo que “se esta fosse uma iniciativa da sociedade civil, não deixaria de ser condenável, pior se torna quando é a autarquia que toma a iniciativa de a promover.”

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20 de Novembro de 2014

Artigo - Pedro Baila Antunes*

* Docente do Instituto Politécnico de Viseu e Deputado Municipal do PS

Diário de Viseu - 20/11/2014

Classificar-valorizar o território de Viseu e o seu Centro Histórico

Uma pesquisa no Sistema de Informação para o Património Arquitetónico (SIPA) e no sistema Ulisses da Direção Geral do Património Cultural revela que as classificações, proteções, condicionantes e valorizações de imóveis em muitos dos concelhos da CIM Viseu Dão Lafões são tendencialmente em menor número faceaconcelhos de características similares, o que é particularmente notóriono concelho de Viseu.

Este facto é estranho dado o vasto património histórico, cultural e popular/tradicional de Viseu e dos concelhos adjacentes.

Para a valorização deste território e dos seus bens patrimoniais,seria útil que as autarquias locais, incluindo as juntas de freguesia, em concertação com proprietários, mecenas, participação pública egoverno central,criassem condições paraa atualização e (re)classificaçãodesítios, monumentos e conjuntos arquitetónicos da região embens imóveis de interesse municipal, interesse público, interesse nacional (vulgo monumentos nacionais) ou em outras categorias.

Como passo intermédio para a candidatura do Centro Histórico de Viseu (CHV) a Património Mundial da UNESCO (ensejo público alongo prazo do atual executivo municipal), a sua classificação a breve prazo comoMonumento Nacional seria muito oportuna, obrigando desde já a uma série de restrições positivas para a sua proteção.

Nos próximo anos, o CHV vai ser sujeito a diversas intervenções urbanas nos edifícios e espaços públicos,enquadradas na estratégiapara a sua revitalização. Será fundamental que impulsos de especulação imobiliária (a que a Câmara Municipal de Viseu e a Sociedade de Reabilitação Urbana estarão certamente atentas) ou “descuidos” arquitetónicos não desvirtuem a sua valia patrimonial.

Por outro lado, lançar já este procedimento administrativo para a “classificação nacional” do CHV, com a recolha e sistematização de informação inerente, irá instruir,alicerçar e dar mais propriedade à futura candidatura a Património Mundial, fazendo com que as movimentações urbanísticas que se advinham sejam já enformadas do espírito e padrões internacionais de perseveração patrimonial.

Existe o bom exemplo do Centro Histórico de Guimarães. A sua reabilitação, impulsionada pelo Arquiteto Fernando Távora,culminou na sua classificação como Património Mundial. Foi um projeto concretizado de forma gradativa, ao longo de muitos anos, num trabalho de proximidade com os habitantes e as atividades económicas tradicionais, exigente quanto à qualidade dapreservação e com uma instrução administrativa do processo de candidatura irrepreensível.

Não menos importante neste contexto de classificação do património histórico-cultural do CHV, é a valorização do Museu Grão Vasco — uma das suas principais âncoras —pela suaelevação a Museu Nacional, para a qual todos os agentes locais-regionais responsáveis se devem empenhar.

É o futuro do território de Viseu que está em causa, deve ser pensado estruturadamente no seu todo, com todos e sem grandes preocupações imediatistas.

Pedro Baila Antunes

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20 de Novembro de 2014


Próximos Eventos


Outras notícias

A Concelhia de Viseu do Partido Socialista compreende e junta-se a esta manifestação de 100 trabalhadores contra o despedimento colectivo.

Relembramos que no passado dia 6, a Presidente da Concelhia, Adelaide Modesto, enviou uma carta aberta ao Director da Segurança Social, repudiando de forma veemente estes despedimentos, não só pelo que significam para os funcionários, mas também por representarem, mais uma vez, a tremenda “dedicação” deste Governo em desmantelar os serviços de protecção social. 

Ler aqui: 

http://psviseu.com/noticia.php?n=114

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19 de Novembro de 2014

Deputados do PS questionaram Governo sobre a redução de postos de trabalho na Segurança Social de Viseu

«Segundo o despacho do Secretário de Estado da Administração Pública, da análise do documento do ISS sobressai a proposta de redução de 697 postos de trabalho, dos quais 526 assistentes operacionais, 139 docentes, 22 técnicos de terapêutica, 7 enfermeiros e 3 técnicos de orientação escolar/social. 

No centro distrital de Viseu do IPSS, em 13 de novembro, mais de duas dezenas de trabalhadores foram atingidos e “intimados” a entregarem, no prazo de cinco dias, os respetivos currículos para análise, com vista à sua “requalificação”, terminologia com que o Governo parece querer esconder a intenção objetiva de “despedimento”.

A “intimação”, a carta sob pressão, que lhes foi dirigida, atingiu na sua esmagadora maioria assistentes operacionais, dezanove em concreto, sendo certo que, globalmente, encontramos trabalhadores a caminho dos 30 anos de carreira.

Constata-se que este Governo continua a ferir os mais indefesos, revelando grande insensibilidade social, ao mesmo tempo em que, este ano de 2014, gastou mais 166 milhões de euros, em estudos e pareceres, do que em 2013.

É, portanto, imoral que as pseudo “poupanças” se continuem a fazer à custa do direito ao trabalho dos mais desprotegidos como se fosse neles que se encontrassem as proclamadas “gorduras do Estado”.

Pelos vistos, o Governo não vê, nem quer ver, “gorduras do Estado” nos milhões que tributa a escritórios e gabinetes privados, os quais alimenta com estas “tensas políticas”, passe a expressão, atribuídas com base em critérios desconhecidos.

Os deputados socialistas eleitos pelo círculo eleitoral de Viseu, associam-se à indignação pública que esta decisão suscitou e, solidários com os trabalhadores e suas famílias, vêm por isso, nos termos constitucionais e regimentais em vigor, através da Assembleia da República, perguntar ao ministro da Solidariedade Social o seguinte:

1. Com que fundamento e critérios o Governo selecionou os trabalhadores para a “requalificação-despedimento”?

2. Quais as categorias profissionais, número de trabalhadores e áreas de função são afetados?

3. Em que concelhos do distrito de Viseu se encontram localizados os trabalhadores feridos por esta medida?

4. Em termos de capacidade de resposta, que impactos surgirão na sequência desta redução de pessoal, tendo em conta que são conhecidas publicamente várias queixas pela demora nos atendimentos ao público?

5. Está o Governo em condições de assegurar, sob palavra de honra, que todos estes trabalhadores manterão um posto de trabalho sem perda de dignidade e direitos que usufruem atualmente?

Palácio de São Bento, 19 de novembro de 2014

José Junqueiro

Acácio Pinto

Elza Pais»

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19 de Novembro de 2014

Decorreu ontem a primeira sessão do ciclo de debates "Conhecer Mais" promovido pela Federação de Viseu do PS.

O tema era "A ideologia existe". Uma afirmação que se revelou verdadeira.

"Há um tempo também para ouvir e ficar a pensar", como referiu Custódio Oliveira, doutorado em comunicação política pela universidade de Santiago de Compostela e que foi o orador convidado.

Um percurso pela história e a abordagem final sobre o Partido Socialista de hoje, bem dentro da matriz do socialismo democrático e da social-democracia, que deixa todas as diferenças para quem não tem ideologia como a direita que nos governa.

Referência especial para os valores firmes da igualdade de oportunidades!

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18 de Novembro de 2014

O carácter transversal das políticas de juventude revela-se mais claramente na temática da emancipação jovem. Esta pressupõe a existência de liberdade, independência, realização individual e desenvolvimento pessoal. Nesse sentido, é fácil encarar a habitação e o emprego como elementos básicos de autonomização.

No actual contexto de crise, onde a lógica individualista acaba por ter supremacia, os problemas que verificamos são as dificuldades no arrendamento ou na aquisição de casa própria, o desemprego e a precariedade no emprego. Como consequência, no plano europeu, os jovens portugueses registam os mais tardios processos de autonomização pessoal.

A intervenção do Estado nestes domínios (incluindo as questões ligadas ao empreendedorismo e à mobilidade) reveste-se de crucial importância, na medida em que estamos perante questões de garantia de direitos sociais e de igualdade de oportunidades. O Estado não pode desvalorizar o contributo que esta juventude (a mais qualificada de sempre) está em condições de dar à sociedade portuguesa. E os próprios municípios, assumindo o seu papel central como agregadores de política jovem, têm que actuar com proximidade e fundamentalmente de forma integrada (educação, família, emprego, habitação, saúde), porque é isso que a emancipação exige.

Se quisermos falar do exemplo de Viseu em termos de políticas potenciadoras da emancipação jovem, concluímos que é difícil fazê-lo. É difícil, porque os eixos fundamentais não são cumpridos. Se falarmos em habitação, e se pensarmos que a política habitacional será melhor, quanto mais orientada estiver para a fixação de jovens, para a requalificação urbana e a revitalização do centro histórico, para o apoio ao arrendamento e a aquisição de habitação a custos controlados, reparamos que só agora começam a surgir medidas nesse sentido. Vamos ver. E se falarmos em emprego, o eixo mais importante deste processo, estamos conversados. Há quantos anos não se instala em Viseu uma empresa criadora de pelo menos 50 postos de trabalho? Não é por acaso que Viseu tem um “aparente” dinamismo económico e, ao mesmo tempo, vê as suas gerações mais jovens a abandoná-la. 

Já são anos a mais para não acreditar que esta estratégia laranja seja deliberada, e isso preocupa-me. Porque, neste caso, é de emancipação que estamos a falar. Da capacidade de se construir um futuro. O início de um projecto de vida. Um dia destes, arrependem-se a sério, porque olharão para o futuro e não verão nada. E de “melhor cidade para viver”, passará mesmo a “melhor cidade para abandonar”.

José Pedro Gomes

Jornal do Centro - 14/11/2014

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17 de Novembro de 2014

Opinião de João Paulo Rebelo, Vereador do PS, sobre o Orçamento para 2015.

"Esperávamos que este executivo desse um sinal aos viseenses em função do aumento das receitas obtidas".

"Os viseenses estão exauridos de tantos impostos".

"O município não demonstra ter um papel social para além da caridade".

"Não entendo que existam 12,2 milhões de euros arrecadados de IMI e que não se tenha a decência de se propor uma taxa de devolução do IRS para os viseenses".

"Uma câmara ávida de dinheiro, e uma câmara cada vez mais rica para os viseenses cada vez mais pobres".

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14 de Novembro de 2014

Artigo de opinião publicado no Diário de Viseu (13/11/2014) e no Viseu Mais.

A Assembleia Municipal de Viseu é agora um espaço mais aberto a todos os munícipes. Foi com agrado que vi a notícia de abertura de um horário para receber cidadãos, tanto por parte dos serviços administrativos, como dos deputados municipais. Faz sentido. Há abertura. Há aproximação entre eleitos e eleitores.

No entanto, continua a faltar outra coisa. E refiro-me às reuniões ordinárias da Assembleia. Uma política de comunicação tão forte e abrangente como a da câmara municipal, não se coaduna com reuniões da Assembleia Municipal de Viseu sem transmissão online.

Estamos em 2014. É das medidas mais básicas no sentido de aproximar os eleitos dos eleitores, promovendo, por um lado, a participação democrática e, por outro, incentivando uma cultura de responsabilização e prestação de contas.

Obviamente, a maior parte dos viseenses não consegue assistir porque, para quem não sabe, as reuniões acontecem às segundas-feiras durante o dia. Como é normal, o principal motivo (das que pretendem ir, pelo menos) será “questões profissionais” (ainda que actualmente seja um luxo ter essa “justificação”).

Podem-me dizer que o acesso ao espaço onde acontecem as reuniões é permitido a todos e que existem actas das reuniões. É verdade. Qualquer pessoa pode assistir e até intervir num momento especialmente reservado para isso. 

Mas, para além do dia escolhido, o horário é impeditivo por não ser pós-laboral, e também seria “interessante” ter uma ferramenta para ficar a saber quantas visualizações terá um documento como essas actas. Não chega. Quantas e quantas intervenções de grande nível se perdem e deixam de ter impacto? Quantas coisas aconteceram nestas reuniões e que nem a comunicação social conseguiu transmitir para a população?

Se alguém quiser questionar como se pode então fazer, nada melhor que responder indicando um exemplo com sucesso: Lisboa. Aqui ficam os links para se entender como se faz:

http://www.am-lisboa.pt/

https://www.youtube.com/user/AssembleiaCMLisboa

https://www.youtube.com/user/camaralisboa

Para além de ter um site próprio muito completo, é possível assistir em directo às reuniões da Assembleia Municipal de Lisboa e depois fica tudo gravado e disponível no youtube.

É bem possível que essa medida não seja do agrado do poder. Afinal, é de escrutínio público que estamos a falar. Era muito interessante verificar, por exemplo, o que Almeida Henriques “deixou passar” nos anteriores mandatos (era Presidente da Assembleia), e o que propugna agora. E tenho a certeza que até a própria oposição seria mais exigente consigo própria.

Esta transmissão online é portanto uma medida que se enquadra totalmente na lógica que tem vindo a ser seguida pela política de comunicação da câmara, desde que assumiu funções no final de 2013. A menos que essa política, esse espírito de abertura…afinal…seja só “fachada”. Espero que não.

José Pedro Gomes

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14 de Novembro de 2014