Notícias

Dia Mundial em Memória das Vítimas da Estrada

Artigo de Helena Rebelo publicado no Diário de Viseu do dia 19 de Novembro de 2014, a propósito do Dia Mundial em Memória das Vítimas da Estrada.

Mortos nas estradas portuguesas (ANSR):

1991 - 2225 pessoas

2003 - 1356 pessoas

2006 - 850 pessoas 

2013 - 518 pessoas

Uma redução notável que não prescinde do empenho de TODOS!

Ler notícia →

20 de Novembro de 2014

Diário de Viseu - 19 de Novembro de 2014

A Concelhia de Viseu do Partido Socialista compreende e junta-se a esta manifestação de 100 trabalhadores contra o despedimento colectivo.

Relembramos que no passado dia 6, a Presidente da Concelhia, Adelaide Modesto, enviou uma carta aberta ao Director da Segurança Social, repudiando de forma veemente estes despedimentos, não só pelo que significam para os funcionários, mas também por representarem, mais uma vez, a tremenda “dedicação” deste Governo em desmantelar os serviços de protecção social. 

Ler aqui: 

http://psviseu.com/noticia.php?n=114

Ler notícia →

19 de Novembro de 2014

Deputados questionam Governo - Segurança Social

Deputados do PS questionaram Governo sobre a redução de postos de trabalho na Segurança Social de Viseu

«Segundo o despacho do Secretário de Estado da Administração Pública, da análise do documento do ISS sobressai a proposta de redução de 697 postos de trabalho, dos quais 526 assistentes operacionais, 139 docentes, 22 técnicos de terapêutica, 7 enfermeiros e 3 técnicos de orientação escolar/social. 

No centro distrital de Viseu do IPSS, em 13 de novembro, mais de duas dezenas de trabalhadores foram atingidos e “intimados” a entregarem, no prazo de cinco dias, os respetivos currículos para análise, com vista à sua “requalificação”, terminologia com que o Governo parece querer esconder a intenção objetiva de “despedimento”.

A “intimação”, a carta sob pressão, que lhes foi dirigida, atingiu na sua esmagadora maioria assistentes operacionais, dezanove em concreto, sendo certo que, globalmente, encontramos trabalhadores a caminho dos 30 anos de carreira.

Constata-se que este Governo continua a ferir os mais indefesos, revelando grande insensibilidade social, ao mesmo tempo em que, este ano de 2014, gastou mais 166 milhões de euros, em estudos e pareceres, do que em 2013.

É, portanto, imoral que as pseudo “poupanças” se continuem a fazer à custa do direito ao trabalho dos mais desprotegidos como se fosse neles que se encontrassem as proclamadas “gorduras do Estado”.

Pelos vistos, o Governo não vê, nem quer ver, “gorduras do Estado” nos milhões que tributa a escritórios e gabinetes privados, os quais alimenta com estas “tensas políticas”, passe a expressão, atribuídas com base em critérios desconhecidos.

Os deputados socialistas eleitos pelo círculo eleitoral de Viseu, associam-se à indignação pública que esta decisão suscitou e, solidários com os trabalhadores e suas famílias, vêm por isso, nos termos constitucionais e regimentais em vigor, através da Assembleia da República, perguntar ao ministro da Solidariedade Social o seguinte:

1. Com que fundamento e critérios o Governo selecionou os trabalhadores para a “requalificação-despedimento”?

2. Quais as categorias profissionais, número de trabalhadores e áreas de função são afetados?

3. Em que concelhos do distrito de Viseu se encontram localizados os trabalhadores feridos por esta medida?

4. Em termos de capacidade de resposta, que impactos surgirão na sequência desta redução de pessoal, tendo em conta que são conhecidas publicamente várias queixas pela demora nos atendimentos ao público?

5. Está o Governo em condições de assegurar, sob palavra de honra, que todos estes trabalhadores manterão um posto de trabalho sem perda de dignidade e direitos que usufruem atualmente?

Palácio de São Bento, 19 de novembro de 2014

José Junqueiro

Acácio Pinto

Elza Pais»

Ler notícia →

19 de Novembro de 2014

"A Ideologia existe" - Ciclo de Debates

Decorreu ontem a primeira sessão do ciclo de debates "Conhecer Mais" promovido pela Federação de Viseu do PS.

O tema era "A ideologia existe". Uma afirmação que se revelou verdadeira.

"Há um tempo também para ouvir e ficar a pensar", como referiu Custódio Oliveira, doutorado em comunicação política pela universidade de Santiago de Compostela e que foi o orador convidado.

Um percurso pela história e a abordagem final sobre o Partido Socialista de hoje, bem dentro da matriz do socialismo democrático e da social-democracia, que deixa todas as diferenças para quem não tem ideologia como a direita que nos governa.

Referência especial para os valores firmes da igualdade de oportunidades!

Ler notícia →

18 de Novembro de 2014


Próximos Eventos


Outras notícias

O carácter transversal das políticas de juventude revela-se mais claramente na temática da emancipação jovem. Esta pressupõe a existência de liberdade, independência, realização individual e desenvolvimento pessoal. Nesse sentido, é fácil encarar a habitação e o emprego como elementos básicos de autonomização.

No actual contexto de crise, onde a lógica individualista acaba por ter supremacia, os problemas que verificamos são as dificuldades no arrendamento ou na aquisição de casa própria, o desemprego e a precariedade no emprego. Como consequência, no plano europeu, os jovens portugueses registam os mais tardios processos de autonomização pessoal.

A intervenção do Estado nestes domínios (incluindo as questões ligadas ao empreendedorismo e à mobilidade) reveste-se de crucial importância, na medida em que estamos perante questões de garantia de direitos sociais e de igualdade de oportunidades. O Estado não pode desvalorizar o contributo que esta juventude (a mais qualificada de sempre) está em condições de dar à sociedade portuguesa. E os próprios municípios, assumindo o seu papel central como agregadores de política jovem, têm que actuar com proximidade e fundamentalmente de forma integrada (educação, família, emprego, habitação, saúde), porque é isso que a emancipação exige.

Se quisermos falar do exemplo de Viseu em termos de políticas potenciadoras da emancipação jovem, concluímos que é difícil fazê-lo. É difícil, porque os eixos fundamentais não são cumpridos. Se falarmos em habitação, e se pensarmos que a política habitacional será melhor, quanto mais orientada estiver para a fixação de jovens, para a requalificação urbana e a revitalização do centro histórico, para o apoio ao arrendamento e a aquisição de habitação a custos controlados, reparamos que só agora começam a surgir medidas nesse sentido. Vamos ver. E se falarmos em emprego, o eixo mais importante deste processo, estamos conversados. Há quantos anos não se instala em Viseu uma empresa criadora de pelo menos 50 postos de trabalho? Não é por acaso que Viseu tem um “aparente” dinamismo económico e, ao mesmo tempo, vê as suas gerações mais jovens a abandoná-la. 

Já são anos a mais para não acreditar que esta estratégia laranja seja deliberada, e isso preocupa-me. Porque, neste caso, é de emancipação que estamos a falar. Da capacidade de se construir um futuro. O início de um projecto de vida. Um dia destes, arrependem-se a sério, porque olharão para o futuro e não verão nada. E de “melhor cidade para viver”, passará mesmo a “melhor cidade para abandonar”.

José Pedro Gomes

Jornal do Centro - 14/11/2014

Ler notícia →

17 de Novembro de 2014

Artigo de opinião publicado no Diário de Viseu (13/11/2014) e no Viseu Mais.

A Assembleia Municipal de Viseu é agora um espaço mais aberto a todos os munícipes. Foi com agrado que vi a notícia de abertura de um horário para receber cidadãos, tanto por parte dos serviços administrativos, como dos deputados municipais. Faz sentido. Há abertura. Há aproximação entre eleitos e eleitores.

No entanto, continua a faltar outra coisa. E refiro-me às reuniões ordinárias da Assembleia. Uma política de comunicação tão forte e abrangente como a da câmara municipal, não se coaduna com reuniões da Assembleia Municipal de Viseu sem transmissão online.

Estamos em 2014. É das medidas mais básicas no sentido de aproximar os eleitos dos eleitores, promovendo, por um lado, a participação democrática e, por outro, incentivando uma cultura de responsabilização e prestação de contas.

Obviamente, a maior parte dos viseenses não consegue assistir porque, para quem não sabe, as reuniões acontecem às segundas-feiras durante o dia. Como é normal, o principal motivo (das que pretendem ir, pelo menos) será “questões profissionais” (ainda que actualmente seja um luxo ter essa “justificação”).

Podem-me dizer que o acesso ao espaço onde acontecem as reuniões é permitido a todos e que existem actas das reuniões. É verdade. Qualquer pessoa pode assistir e até intervir num momento especialmente reservado para isso. 

Mas, para além do dia escolhido, o horário é impeditivo por não ser pós-laboral, e também seria “interessante” ter uma ferramenta para ficar a saber quantas visualizações terá um documento como essas actas. Não chega. Quantas e quantas intervenções de grande nível se perdem e deixam de ter impacto? Quantas coisas aconteceram nestas reuniões e que nem a comunicação social conseguiu transmitir para a população?

Se alguém quiser questionar como se pode então fazer, nada melhor que responder indicando um exemplo com sucesso: Lisboa. Aqui ficam os links para se entender como se faz:

http://www.am-lisboa.pt/

https://www.youtube.com/user/AssembleiaCMLisboa

https://www.youtube.com/user/camaralisboa

Para além de ter um site próprio muito completo, é possível assistir em directo às reuniões da Assembleia Municipal de Lisboa e depois fica tudo gravado e disponível no youtube.

É bem possível que essa medida não seja do agrado do poder. Afinal, é de escrutínio público que estamos a falar. Era muito interessante verificar, por exemplo, o que Almeida Henriques “deixou passar” nos anteriores mandatos (era Presidente da Assembleia), e o que propugna agora. E tenho a certeza que até a própria oposição seria mais exigente consigo própria.

Esta transmissão online é portanto uma medida que se enquadra totalmente na lógica que tem vindo a ser seguida pela política de comunicação da câmara, desde que assumiu funções no final de 2013. A menos que essa política, esse espírito de abertura…afinal…seja só “fachada”. Espero que não.

José Pedro Gomes

Ler notícia →

14 de Novembro de 2014

Opinião de João Paulo Rebelo, Vereador do PS, sobre o Orçamento para 2015.

"Esperávamos que este executivo desse um sinal aos viseenses em função do aumento das receitas obtidas".

"Os viseenses estão exauridos de tantos impostos".

"O município não demonstra ter um papel social para além da caridade".

"Não entendo que existam 12,2 milhões de euros arrecadados de IMI e que não se tenha a decência de se propor uma taxa de devolução do IRS para os viseenses".

"Uma câmara ávida de dinheiro, e uma câmara cada vez mais rica para os viseenses cada vez mais pobres".

Ler notícia →

14 de Novembro de 2014

Pode aceder aos documentos mais importantes relacionados com a candidatura de António Costa a Secretário-Geral do PS, através do seguinte link: http://www.mobilizarportugal.pt/

AGENDA PARA A DÉCADA

Esta agenda muda a visão, muda o pensamento, muda a atitude, muda o método e muda os objectivos. Não é um manual dogmático assente em promessas demagógicas. É uma Agenda patriótica e modernizadora, construída com participação, empenhamento, rigor e ambição. Constitui uma tábua de valores, definindo um programa de recuperação e de revigoramento nacional. É um guião para a decisão e para a acção. É um compromisso leal, dinâmico e construtivo com Portugal e com os portugueses. 

Ler notícia →

13 de Novembro de 2014

No próximo sábado, irá reunir pela primeira vez o Conselho Consultivo da Concelhia de Viseu da Juventude Socialista. Este órgão vai congregar todos os antigos militantes da JS Viseu que tenham sido Coordenadores da Concelhia, Presidentes da Federação da JS ou membros do Secretariado Nacional da JS. Os presidentes da Concelhia do PS e da Federação da JS, em exercício, também serão membros inerentes deste órgão. 

Para Manuel Mirandez, coordenador da JS Viseu, “este será um momento muito importante para a JS em Viseu, porque, finalmente, criamos um órgão consultivo, que vai reunir muitos camaradas que ficaram na história da nossa estrutura.”

Manuel Mirandez diz que “o objectivo principal do Conselho Consultivo é a partilha de experiências e de conhecimentos com quem já assumiu responsabilidades na JS em Viseu, no sentido de levar a JS a uma intervenção política ainda mais forte e eficaz.” 

O líder dos jovens socialistas termina dizendo que esta é uma boa forma de assinalar o seu primeiro ano de mandato à frente da JS, dado que a criação do Conselho Consultivo foi um dos principais compromissos que assumiu com os militantes da Juventude Socialista. 

Ler notícia →

13 de Novembro de 2014

Acácio Pinto, deputado pelo distrito de Viseu, colocou ontem uma pergunta ao Secretário de Estado da Cultura, no âmbito do debate do Orçamento de Estado 2015, sobre a disponibilidade do Governo para classificar o Museu Grão Vasco como MUSEU NACIONAL DE GRÃO VASCO.

A esta pergunta o Secretário de Estado limitou-se a dizer o óbvio, a relevância do museu, mas disse não se querer comprometer com qualquer promessa nesta matéria.

Acácio Pinto reagiu, dizendo o seguinte: "parece-me pouco, muito pouco mesmo, quando esta é uma reivindicação de todos os agentes culturais, sociais e políticos da região, que estão ao lado do diretor do museu nesta matéria."

VÍDEO:

https://www.youtube.com/watch?v=sZyH48JNs1A&feature=youtu.be

Ler notícia →

12 de Novembro de 2014