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Informação - Freguesia de Silgueiros

Das 14h às 16h, no auditório da Junta de Freguesia de Silgueiros, a Unidade de Cuidados na Comunidade de Viseu realiza uma palestra sobre diabetes, seguida de rastreio da glicémia capilar. 

Não falte. Vamos zelar pela saúde.

José Mota 

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12 de Novembro de 2014

Plenário Concelhio de Militantes

Realizou-se ontem, na Associação Comercial de Viseu, um Plenário Concelhio de Militantes.

Fernando Bexiga e Andreia Coelho lideraram os trabalhos, numa sessão que contou com a presença de António Borges, Presidente da Federação de Viseu do PS.

A Presidente da Concelhia, Adelaide Modesto, aproveitou para fazer um balanço do seu mandato que está prestes a completar 1 ano, não deixando de analisar também a situação política local e nacional.

António Borges comentou a actualidade e divulgou as linhas de orientação da estrutura distrital nos próximos tempos, num momento em que participa nos plenários concelhios por todo o distrito de Viseu.

Foram muitos os militantes da concelhia que quiseram intervir, contribuindo com ideias para o trabalho das estruturas concelhia e distrital, e comentando tanto o trabalho desenvolvido a nível concelhio (vereação, deputados municipais, freguesias), como a nível nacional, desde as eleições primárias.

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11 de Novembro de 2014

Intervenção de Cristina Fonseca

Assembleia Municipal de 10 de Novembro 

Cristina Fonseca interveio também na parte da manhã desta sessão, relembrando a celebração do Dia Municipal para a Igualdade (que tinha sido proposto pelos Vereadores do PS, e que nesse momento o executivo de Almeida Henriques decidiu chumbar) e alertando para a temática da Violência Doméstica.

"Após ter sido celebrado por este executivo recentemente o Dia Municipal para a Igualdade, o Grupo Municipal do PS reitera a urgência desta autarquia aprofundar as suas políticas de igualdade e solidariedade social que contemple um Plano de Combate à Violência Doméstica".

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10 de Novembro de 2014

Intervenção de António Ribeiro de Carvalho

Assembleia Municipal de 10 de Novembro

António Ribeiro de Carvalho, líder da bancada municipal do PS, questionou o executivo camarário sobre um "problema de saúde pública" já denunciado noutra sessão da Assembleia Municipal: saneamento em Cepões.

Para além disso, solicitou esclarecimentos em relação a 2 assuntos:

1 - CONTRATAÇÃO DE 24 PESSOAS PARA, EM REGIME DE TRABALHO TEMPORÁRIO, EXERCEREM FUNÇÕES NA REDE MUNICIPAL DE MUSEUS.

"Porque é que se mantém esta situação de trabalho precário?"

"Se através do protocolo com o Centro Cultural Distrital de Viseu eram transferidas verbas para pagamento dos salários de 9 pessoas, qual a necessidade de contratar agora 24 pessoas?"

2 - ALIENAÇÃO DA PARTICIPAÇÃO SOCIAL DA CÂMARA NA GESTINVISEU.

"8 meses decorridos, ainda não temos notícia de que tenha sido formalizado o "negócio da china" da saída da Câmara Municipal de Viseu da sua posição societária na GESTINVISEU"

"Pelo preço indicado de 25euros/m2, conseguiu alienar qualquer dos 2 lotes que disse que passavam para a propriedade exclusiva do município?".

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10 de Novembro de 2014


Próximos Eventos


Outras notícias

Assembleia Municipal de 10 de Novembro

Pedro Baila Antunes dirigiu-se à Assembleia para falar de urbanismo e coesão territorial, não esquecendo o Centro Histórico de Viseu.

"Para demonstrar o interesse efectivo do actual executivo de classificação do Centro Histórico de Viseu (CHV) a Património da Humanidade da UNESCO, a médio/longo prazo, para alicerçar e dar mais propriedade à respectiva candidatura, começando desde já a instruir/preparar o processo, propõe-se que a breve prazo seja desencadeada a abertura do dossiê de Classificação a Interesse Nacional – vulgo monumento nacional – do CHV.

Este passo intermédio - igualmente de salvaguarda - permitiria ainda que as movimentações urbanísticas que se advinham - sensíveis à especulação imobiliária - sejam já enformadas do espírito e exigências de máxima perseveração patrimonial."

Propôs ainda que seja efectuado um estudo prospectivo para a Classificação de mais imóveis na Cidade e nas aldeias, acrescentando valor e coesão ao território do Concelho.

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10 de Novembro de 2014

Assembleia Municipal de 10 de Novembro 

Nas suas intervenções, Adelaide Modesto relembrou e confrontou o executivo camarário com a carta aberta enviada no passado dia 6 ao Director do Centro Distrital de Segurança Social, a propósito da redução pelo ISS de 697 postos de trabalho.

"A Concelhia de Viseu do Partido Socialista (PS) repudia de forma veemente estes despedimentos, não só pelo que significam para os funcionários, mas também por representarem, mais uma vez, a tremenda “dedicação” deste Governo em desmantelar os serviços de protecção social."

"O Estado Social não é estático e exige renovação e reorganização, mas isso nunca pode pôr em causa a coesão social, a acessibilidade e a qualidade dos serviços públicos, como acontece com esta medida do Governo. Essa será sempre uma responsabilidade indeclinável do Estado, e é por isso que o PS nunca abdicará da sua defesa."

Neste âmbito, questionou Almeida Henriques sobre os impactos locais de uma medida nacional como esta, e ele nada disse.

Para além disso, aproveitou para qualificar o primeiro ano de mandato do executivo camarário.

"Este primeiro ano de mandato foi o ano das propostas do PS: revitalização do centro histórico, orçamento participativo, enfoque na cultura e na captação de eventos, a governação em rede, a desburocratização dos serviços municipais – o PS defendeu estas políticas incessantemente nas duas últimas décadas."

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10 de Novembro de 2014

Assembleia Municipal de 10 de Novembro

António Rafael Amaro foi o deputado municipal que comentou a proposta de Orçamento e Grandes Opções do Plano para 2015, dando o posto de vista do PS.

"1- A sua elaboração foi demasiado condicionada pelas expectativas que coloca no novo quadro comunitário;

2- Foi excessivamente condicionado nas previsões que apresenta pela obsessão que colocou na apresentação de saldos financeiros positivos;

3- O enfoque colocado no virtuosismo da saúde financeira do município, que é inegável, como que anestesiou as capacidades de compreensão dos seus responsáveis para o óbvio: a saúde financeira do município só é importante se for para ser colocada ao serviço de políticas que conduzam a uma melhor qualidade de vida dos seus munícipes."

"Exigia-se muito mais neste orçamento. Sobretudo, no que diz respeito à captação de investimento. Não é possível apostar tudo no programa operacional Portugal 2020, como se este fosse a panaceia para todos os males que nos afligem."

"O novo QREN é uma oportunidade. Mas mais do que nunca, dele só vão aproveitar plenamente os municípios que derem mostras de estar preparados para um novo paradigma de desenvolvimento. E aqui, o que contam são as boas ideias baseadas no conhecimento, nas novas tecnologias e no empreendedorismo social."

"O orçamento apresenta-se demasiado condicionado por contextos internos e externos, demasiado focado no concurso para 'melhor orçamento superavitário' e, inexplicavelmente, completamente desfocado daquilo que hoje mais interessa aos viseenses: um orçamento sensível às dificuldades das famílias, à economia local e ao emprego".

"Não nos resta outra alternativa política do que recusar dar um voto favorável a um orçamento que escolheu outro caminho."

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10 de Novembro de 2014

Assembleia Municipal de 10 de Novembro

Alberto Ascensão analisou as propostas do município sobre a derrama e a participação variável no IRS, explicando as posições do PS.

"Decorrido quase um ano de expectativas sobre o compromisso que o Sr. Presidente da Câmara assumiu, de que o seu executivo faria 'um estudo para a reforma do regime fiscal municipal, de modo a torná-lo mais justo, mas também mais competitivo para as empresas e o investimento', o que é que nos traz aqui hoje nessa matéria? A continuidade, a mesma continuidade a que nos referimos há cerca de 1 ano."

"Com excepção da isenção de derrama a pequenas e micro empresas que em 2014 criassem, pelo menos 5 postos de trabalho, que mantém para o ano de 2015, o executivo a que V.ª Ex.ª preside, em matéria fiscal municipal, mais não fez do que adoptar as medidas que herdou do seu antecessor."

"Com a propalada boa situação financeira, a que acresce a que o executivo conta ver reforçada em 2015, conjugada com o previsto aumento do encaixe de IMI, esperava-se alguma coragem fiscal municipal, de facto amiga dos viseenses e atractiva para a instalação de novas empresas. Mas não. Fica tudo na mesma."

"Pese embora o Executivo Municipal preveja uma situação de tesouraria desafogada, os viseenses continuam a não vislumbrar qualquer alívio nos seus encargos fiscais por parte do município e as empresas continuam a não encontrar guarida favorável em Viseu."

"Damos o benefício da dúvida à continuidade da fórmula adoptada para aplicação da derrama em Viseu, reservando-nos para a apreciação dos seus resultados".

"A almofada financeira de que tem feito eco permitia acolher um maior benefício aos munícipes sujeitos à tributação de IRS, devolvendo-lhes uma maior percentagem daquilo que pagam. Preconizamos, como já aqui foi dito pelo meu colega de bancada, Professor António Amaro, na discussão do Orçamento e das GOP, 2,5%, a percentagem que melhor se ajustaria à qualificação de uma política fiscal amiga das famílias viseense."

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10 de Novembro de 2014

Assembleia Municipal de 10 de Novembro

Durante a manhã, Lúcia Araújo da Silva fez uma intervenção ligada à estratégia ferroviária para o centro do país, pedindo esclarecimentos ao executivo camarário.

A chamada "Plataforma da A25", constituída pelos autarcas do PSD de Aveiro, Guarda e Viseu foi um dos assuntos levantados pela deputada municipal.

1.   Qual a estratégia, no que se refere à linha ferrovia, para a região centro do país?

2.   O que entende por “ramal de Viseu”?

3.   Vai ser ou não construído o corredor Aveiro – Viseu – Salamanca?

4.   Vai ou não a linha da Beira Alta ser intervencionada/requalificada?

5.   Vai ou não existir uma linha ferroviária e, a existir, a que corredor ficará ligada?

6.   Em que rubrica e em que documento se encontra consignada a verba necessária?

7.   Em Viseu, vamos ou não ter comboio?

8.   Relativamente ao corredor rodoviário Viseu – Coimbra (Viseu – Sul) vital para o desenvolvimento e competitividade da região, haverá ou não solução?

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10 de Novembro de 2014

António Costa esteve ontem no auditório da Escola Superior de Tecnologia, para apresentar e debater com os socialistas do distrito de Viseu a moção "Agenda para a Década" e a proposta de revisão dos estatutos, no âmbito do XX Congresso Nacional do PS.

Na mesa estiveram presentes Adelaide Modesto, Presidente da Concelhia de Viseu, Acácio Pinto, Director Distrital de Campanha e António Borges, Presidente da Federação do PS.

A acompanhar António Costa esteve também Carlos César e a Directora Nacional da sua candidatura, Ana Catarina Mendes.

O auditório encheu por completo para ouvir as ideias base da "Agenda para a Década" e também para contribuir para a mesma.

Esta agenda muda a visão, muda o pensamento, muda a atitude, muda o método e muda os objectivos. Não é um manual dogmático assente em promessas demagógicas. É uma Agenda patriótica e modernizadora, construída com participação, empenhamento, rigor e ambição. Constitui uma tábua de valores, definindo um programa de recuperação e de revigoramento nacional. É um guião para a decisão e para a acção. É um compromisso leal, dinâmico e construtivo com Portugal e com os portugueses. 

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09 de Novembro de 2014