Notícias

Orçamento Município de Viseu 2015

Declaração de voto

Analisado o orçamento e as grandes opções do plano do Município de Viseu para o ano de 2015 os vereadores do Partido Socialista declaram o seu voto contra esta proposta de orçamento pelas seguintes razões:

1 – num ano em que volta a aumentar o valor das receitas correntes (mais impostos cobrados aos viseenses) não se vislumbram nas opções do plano políticas para o crescimento económico e para a criação de emprego;

2 – na actual crise económica que vivemos, o Município de Viseu, através deste orçamento, declara-se aos viseenses cada vez mais rico, esquecendo-se que os viseenses estão cada vez mais pobres;

3 -  insensível às cada vez maiores carências das nossas famílias o Município de Viseu não demonstra ter uma estratégia de apoio social que vá para lá da caridade;

Estas são as razões que levam os vereadores do PS a votar contra este orçamento.

Não entendemos que quando se prevê arrecadar 12,22 milhões de euros em IMI (mais de 1 milhão do previsto para 2014) não se tenha a decência de propor um aumento da taxa de devolução de IRS ao viseenses que se vai manter no 1%, muito longe dos 5% que são atribuídos ao município, aliviando desta forma o orçamento das famílias viseenses. 

Quando todos reconhecemos que o combate à desertificação, através do crescimento económico e da criação de oportunidades de emprego, é uma prioridade, não lemos neste documento uma política que propicie que isto aconteça. O aumento das áreas “empresariáveis”, um programa de incentivos à fixação de empresas, a georeferenciação tantas vezes proposta pelos vereadores do PS, uma verdadeira reforma fiscal municipal – tudo isto está ausente desta proposta.

Apregoar, alegremente, as boas finanças do Município, esquecendo que é à custa do rendimento e do trabalho dos viseenses que esses resultados se alcançam, negando, por exemplo, políticas de revisão dos coeficientes de localização que poderiam minorar o esforço das famílias no pagamento do IMI não merece o apoio dos vereadores do PS.

Em suma, um orçamento em que os impostos aumentam e o investimento diminui só pode merecer o voto contra dos socialistas deste executivo.  

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31 de Outubro de 2014

Causa - Luta contra o Cancro

Lançamos um repto aos viseenses para que se juntem a esta causa, tornando-a maior e mais abrangente.

Façamos da Luta contra o Cancro um exemplo de entreajuda e de solidariedade.

Colabore!

http://www.ligacontracancro.pt/

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30 de Outubro de 2014

Jornal da Beira - 30 de Outubro de 2014

Oposição socialista critica Câmara por não ter feito reforma fiscal

A falta de uma reforma fiscal municipal que leva ao crescimento económico e à criação de emprego é a principal crítica feita pela opisição socialista ao primeiro ano de governação do executivo de Almeida Henriques, na Câmara Municipal de Viseu.

(...)

Há preocupações sobre questões em que o executivo de Almeida Henriques "alimentou expectativas" e que estão por resolver, como a questão da empresa GestinViseu (gestora do parque industrial de Mundão), a ligação ferroviária, a rodovia e as carreiras aéreas anunciadas para 2015, assim como a trasformação do Multiusos.

(...)

Jornal da Beira | 30 de Outubro de 2014

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30 de Outubro de 2014

Comunicado - JS Viseu

JS alerta para a ausência de resultados no emprego

No momento em que se assinala o primeiro ano de mandato do actual executivo camarário, a Concelhia de Viseu da Juventude Socialista, alerta para a ausência de resultados em matéria de atracção de empresas e de emprego para Viseu.

Neste mesmo período, lembram que a JS continuou a ser a juventude partidária que liderou o debate político em Viseu, que esteve na oposição de uma forma séria e construtiva, com uma agenda própria, com as suas propostas e que assim vão continuar.

Por isso, reconhecem o trabalho feito pelo município em algumas áreas: uma governação mais participada da cidade, destaque para a criação do Conselho Municipal de Juventude e do Orçamento Participativo; uma estratégia de revitalização do Centro Histórico que ouviu os viseenses, sendo que a JS foi a única juventude partidária que participou neste processo; o empenho em afirmar Viseu como “cidade-região”, o que se concretiza numa cultura de diálogo com municípios vizinhos e uma agenda cultural da cidade com grande dinamismo.

Tudo isto, aliado a uma forte política de marketing e de comunicação, com uma nova imagem corporativa e aparentemente sólida.

No entanto, os jovens socialistas dizem que, “o marketing e a comunicação, por si só, não resolvem os verdadeiros problemas dos cidadãos e que, em termos de emprego, só com o Gabinete do Investidor não se vai revolver o problema”. É preciso algo que o distinga e que se torne decisivo na hora dos investidores escolherem Viseu aqui se instalarem.

Os jovens socialistas reconhecem que este executivo mostra querer contrariar essa tendência, não aceitando que Viseu seja apenas uma “cidade – dormitório”. A questão é que, até ao momento, não tem nenhum resultado para mostrar nesta matéria e lembram que, desde o início do mandato, se repetem os casos de instalação de empresas nos concelhos vizinhos, o que sempre foi acontecendo com executivos anteriores.

Para terminar, a Concelhia de Viseu da JS diz que, “um ano depois, os jovens viseenses continuam a não ter o gosto de ver em Viseu o local para trabalhar e investir”. Ainda assim, esperam que, tal como aconteceu em outras áreas e com várias propostas da JS a serem concretizadas, esta tendência se inverta.

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30 de Outubro de 2014


Próximos Eventos


Outras notícias

"Temos hoje a certeza de que temos sido uma oposição responsável, não só porque temos feito estas propostas, mas também porque temos sido parceiros em assuntos relevantes e estruturantes para o concelho".

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29 de Outubro de 2014

Os Vereadores do PS, José Junqueiro, João Paulo Rebelo e Rosa Monteiro, bem como a presidente da Concelhia do PS, Adelaide Modesto, realizaram, uma conferência de imprensa em que analisaram um ano de mandato como oposição.

Começaram por referir que este primeiro ano de mandato foi o ano das propostas do PS: revitalização do centro histórico, orçamento participativo, enfoque na cultura e na captação de eventos, a governação em rede, a desburocratização dos serviços municipais – o PS defendeu estas políticas incessantemente nas duas últimas décadas.

A oposição a Fernando Ruas surge agora, fora do tempo, por parte de Almeida Henriques.

o PS exerceu-a de forma pública, no tempo próprio e com frontalidade. O nosso adversário político não é, pois, quem não está, mas quem agora lhe sucedeu”.

Para lá das referidas, do património do PS, ao longo deste ano apresentámos mais algumas concretas: Candidatura de Viseu à Rede Europeia de Cidades Amigas das Pessoas Idosas, celebração do Dia Municipal para a Igualdade, revisão em baixa dos coeficientes de localização, criação do Gabinete de Apoio à Agricultura e ao Desenvolvimento Rural, campos de férias para crianças de famílias carenciadas, a acrescentar às 52 medidas sugeridas para a revitalização do Centro Histórico, para dar alguns exemplos.

Marcámos a agenda política, obrigámos à discussão e tomada de posição sobre matérias bem conhecidas. Alguns exemplos: o impasse da GestinViseu, Políticas de Igualdade e Solidariedade Social, Infraestruturas aero-ferro-rodoviárias, Centro Oncológico, Reforma Judiciária, encerramento da Direção de Finanças, reabilitação do parque escolar ou transparência para o Centro Cultural Distrital;

 

O desempenho responsável da oposição, como, aliás, a maioria já admitiu publicamente, foi traduzido, para além da apresentação de propostas concretas, pelo apoio em matérias decisivas como o corredor ferroviário, a ligação Viseu-Coimbra, linhas aéreas, reorganização do espaço judiciário, criação ou preservação de serviços;

 

“O que o PS teria feito de diferente”

Falar verdade, não fazer falsas promessas (como foi o caso da suposta “inovação” na Feira de S. Mateus, em todo o discurso sobre infraestruturas, Centro Oncológico, Emprego, Finanças da autarquia); ouvir a oposição e fazer dela um parceiro; desenvolver uma estratégia para o crescimento económico e emprego (uma verdadeira reforma fiscal municipal, definição dos espaços empresariáveis e respectiva oferta a preços de concorrência – trocar m2 por empregos; concretizar a georeferenciação (através da AICEP); transformar conceitual e estruturalmente o espaço do Multiusos para captação de eventos de grande dimensão (não se percebe querer projetar uma imagem de cidade de eventos, sem uma sala adequada para o efeito, adaptada a Congressos e espectáculos culturais); propor ao Governo a alteração dos coeficientes de localização, realizar firme oposição ao FAM e introduzir as regras e instrumentos para a equidade fiscal (preços da água, taxas, programa de recuperação de alçados);

 

“A atitude construtiva do PS” foi sempre uma constante, desde logo no apoio a todas as medidas positivas para os viseenses entre as quais as propostas pelo PS nos últimos anos e já referidas, mas também na permanente escrutinação dos documentos discutidos nas reuniões do executivo, com permanentes sugestões de melhoria e, sobretudo, apesar de  sempre chumbadas pela maioria, na apresentação de propostas para a melhoria da qualidade de vida dos viseenses;

 

Por fim, ficou uma forte advertência à maioria PSD: O PS não está distraído e não aceita o “portfólio de desculpas” que o presidente da câmara está a tentar construir. Sempre foi proclamatório, nas intenções e muito centrado no culto da personalidade.

 

Ninguém pode ter duas caras, uma atitude no Governo a que pertenceu e outra na autarquia que agora dirige, bem como um apoio incondicional ao esse governo e agora fingir distanciamento, quando este está em “phasing out” e se avoluma a possibilidade de um novo Executivo do PS. 

 

O PS não aceitará desculpas em matéria de falhanço nas promessas sobre infraestruturas aero-rodo-ferroviárias, nem na ausência de criação de emprego. E nem tão pouco esquece que Almeida Henriques esteve no governo e que, com esse estatuto, acabou com a discriminação fiscal positiva para com as empresas do interior, nomeadamente no IRC.

 

Do mesmo modo ficou sublinhada a hipocrisia serôdia de vir falar em isenções sobre o IRS ou tributação de IVA que o seu governo, do PSD e do CDS, introduziu, sempre com o seu apoio, nos transportes ou refeições escolares.

 

IMPRENSA:

http://portocanal.sapo.pt/noticia/41360/

http://www.diarioviseu.pt/noticias/vereadores-do-ps-criticam-ausencia-de-reforma-fiscal

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28 de Outubro de 2014

REGIÃO CENTRO COM MENOS 56% NO PT2020 DO QUE NO QREN

VISEU não pode ser desvalorizado nas políticas de coesão

Encontra-se aprovado desde Julho passado o Acordo de Parceria e o modelo de governação dos fundos comunitários referentes ao período 2014-2020. 

Estes fundos comunitários são essenciais para o desenvolvimento do país e para a concretização das políticas de coesão essenciais ao distrito de Viseu.

Na generalidade dos vinte e quatro concelhos que compõem a nossa realidade distrital, esta é uma oportunidade única de financiar ações relevantes para o desenvolvimento social e económico das suas populações.

(...)

O PS reclama políticas de coesão e compromisso com o desenvolvimento económico do distrito de Viseu.

É preciso não diminuir o acesso aos fundos comunitários como o Governo agora parece querer.

Assumir políticas de desenvolvimento e incentivo com sinais claros para o distrito de Viseu, para as suas instituições para os cidadãos e para as suas empresas, que passam também pelo incentivo ao investimento no interior, como critérios de financiamento ou taxas de cofinanciamento com discriminação positiva para a região.

Ver mais:

http://www.psviseu.net/index.php/arquivo-noticias/215-press-realease-regiao-centro-com-menos-56-no-pt2020-do-que-no-qren

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27 de Outubro de 2014

Rosa Monteiro - Vereadora do PS

"Celebra-se hoje o Dia Municipal para a Igualdade, promovido pela ANIMAR e adoptado no Plano para a Cidadania e Igualdade de Género como medida de política para promoção desta agenda na vida local. 

O lema "Igualdade e Desenvolvimento", que eu própria tive o prazer de criar, traduz a necessidade de a administração local e as organizações que intervêm nos territórios integrem a análise de género nos seus diagnósticos, políticas e acções em todos os domínios de governação/intervenção. 

É certo que esta é uma meta ambiciosa, para a qual só estão dados os primeiros passos. As mulheres continuam mais afastadas das esferas de decisão, as políticas continuam a ser feitas de forma "neutra", como se a realidade também o fosse, as assimetrias de género continuam a estar inviabilizadas à excepção das suas expressões mais dramáticas (como é o caso da violência), de que toda a gente gosta de falar e pouco fazer. 

Enfim, o panorama não é famoso, mas como a intervenção cívica e a própria política é a arte do optimismo construtivo e responsável, continuemos a acreditar e a lutar pela integração desta agenda na "governança" das comunidades.

Fico feliz por, em Viseu, também se celebrar este dia, na sequência do meu apelo e da aceitação do Sr. Vice-Presidente da autarquia; desejo e acredito que, no próximo ano, a celebração possa ser mais expressiva e extensiva. É bom começar!"

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24 de Outubro de 2014

Com a destruição da base de dados de simpatizantes - que acontecerá hoje (24 de Outubro) e que dá cumprimento ao estabelecido quer pela Comissão Eleitoral, quer pela Comissão Nacional de Proteção de Dados - a Comissão Eleitoral das Primárias 2014 encerra os trabalhos, não sem antes dirigir uma carta aos simpatizantes que participaram neste ato eleitoral e também aos militantes do Partido Socialista. Pode consultar estas comunicações, bem como os resultados finais das eleições Primárias 2014 no site

www.psprimarias2014.pt

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24 de Outubro de 2014

Notícia sobre a Assembleia Geral da CIM Dão Lafões, onde estiveram presentes Alberto Ascensão (Secretário da Concelhia) e António Rafael Amaro (Deputado Municipal).

Esta notícia dá destaque à intervenção deste último:

"O parlamentar viseense disse que o Plano Estratégico é um documento intelectualmente sério, mas criticou a forma como foi elaborado: deviam ter existido comissões na CIM que contribuíssem para a sua elaboração.

O facto da CIM não ter competências políticas deixá-la-á politicamente atada porque o que se segue é questionar quem coordenará politicamente o plano."

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24 de Outubro de 2014