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JS visitou o Regimento de Infantaria

No âmbito das comemorações dos 40 anos do 25 de Abril, a Concelhia de Viseu da Juventude Socialista visitou, no passado dia 26 de Abril, o Regimento de Infantaria nº 14 de Viseu.

Segundo destacou Manuel Mirandez, “este encontro serviu para ficarmos a conhecer melhor a participação do nosso Regimento de Infantaria no processo revolucionário do 25 de Abril de 1974, e ainda para abordar a sua actual realidade, bem como a das Forças Armadas portuguesas”. Para o Coordenador da Concelhia de Viseu da JS, “ este foi um momento muito gratificamente e enriquecedor para todos nós, e não esquecemos a forma calorosa como fomos recebidos, numa das mais importantes e históricas intuições do nosso concelho”.

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29 de Abril de 2014

Europeias 2014 | Maria de Belém

Nunca, como hoje, os Portugueses sentiram tanto o impacto das decisões europeias na sua vida de todos os dias. E, a maior parte deles, sente-o de forma negativa. Com efeito, o projeto da integração de Portugal na União Europeia sempre foi visto como uma oportunidade para nos aproximarmos dos padrões de desenvolvimento democrático dos países nossos parceiros, dos quais um regime ditatorial de cerca de 50 anos nos tinha arredado.

Percebemos hoje, também, que grande parte do desenho do processo de ajustamento em curso é ditado por uma orientação política dominante na Europa, marcadamente afastada do processo original. Daí que este seja demasiadamente rápido e completamente insensível às consequências sociais de agravamento e alargamento da pobreza e dos níveis de privação severa, bem como da progressiva destruição da classe média e do alargamento das desigualdades, tornando cada vez mais inviável a resolução com sucesso das nossas difíceis debilidades estruturais.

Tal estado de coisas só pode ser alterado se os cidadãos europeus assumirem a sua responsabilidade democrática através do exercício do direito de voto por forma a que o resultado eleitoral conduza maioritariamente nesse sentido.

Ora, sabemos que para atingir esse objetivo cada voto conta, ou seja, um voto pode fazer a diferença!

Por essa razão, é fundamental que os cidadãos tomem em mão a condução das decisões coletivas influenciando-as no sentido de que se recupere o objetivo principal da construção europeia, ou seja, a justiça social, através de uma política que tenha na solidariedade entre povos e entre países a sua matriz estruturante.

Nesse sentido, o Partido Socialista aprovou uma lista de candidatos ao Parlamento Europeu cujo perfil conjuga: a clara opção por essa matriz e a competência capaz de lutar conseguidamente por ela; a capacidade no domínio da criação de ideias e as provas já dadas pelos candidatos no sentido de as transformar em ação concreta; a mundividência e a perspicácia política aliada à capacidade argumentativa capaz de defender inquebrantavelmente os interesses estratégicos de Portugal; a colaboração ativa no processo de aprofundamento democrático da União Europeia no sentido de reforçar o seu papel de ação militante ao serviço de uma globalização regulada pelos ideais da Democracia e pelo respeito pelos Direitos Humanos e pelo primado da Lei.

O Partido Socialista fez, nesta fase, o que lhe competia, indicando uma lista de candidatos de competência inquestionável, mas a tarefa não está concluída. Precisamos, agora, do envolvimento ativo de todos os militantes na campanha, no sentido de sensibilizar os eleitores sobre a indispensabilidade do seu voto. Votar é bem mais importante e mais capaz de fazer infletir o nosso destino coletivo do que uma mera atitude de queixa, que se verbaliza, mas que é completamente inconsequente.

O inimigo a vencer é, pois, a abstenção!

Como acima disse, cada voto conta, todos os votos contam e, apenas um voto a mais, pode fazer toda a diferença.

Não votar, em Democracia, não pode ser opção!

Maria de Belém
Presidente do Partido Socialista

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29 de Abril de 2014

25 de Abril

É possível falar sem um nó na garganta
É possível amar sem que venham proibir
É possível correr sem que seja a fugir.
Se tens vontade de cantar não tenhas medo: canta.

É possível andar sem olhar para o chão
É possível viver sem que seja de rastos.
Os teus olhos nasceram para olhar os astros.
Se te apetecer dizer não grita comigo: Não.

É possível viver de outro modo.
É possível transformares em arma a tua mão.
É possível o amor. É possível o pão.
É possível viver de pé.

Não te deixes murchar. Não deixes que te domem.
É possível viver sem fingir que se vive.
É possível ser homem.
É possível ser livre livre livre.

Manuel Alegre, O canto e as armas

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25 de Abril de 2014

Encerramento da cirurgia pediátrica

Deputados do PS questionaram governo sobre encerramento da cirurgia pediátrica no hospital Tondela-Viseu


«Ex. ma Sr.ª Presidente da Assembleia da RepúblicaO Governo publicou a portaria 82/2014, de 10/04, que vem categorizar os hospitais do SNS em grupos, de I a IV, hierarquizando as unidades, de acordo com a natureza das suas responsabilidades e valências. Tomou essa decisão sem ouvir as associações profissionais, os utentes, o poder local e a própria Assembleia da República. Paradoxalmente, afirma o Governo que a dita deverá cumprir-se para lá do atual mandato. (Disposições finais art.º 4º “- As instituições hospitalares e as respetivas Administrações Regionais de Saúde operacionalizam o cumprimento da presente portaria, até 31 de dezembro de 2015).Assim se explica que, sem qualquer racionalidade, se abandonem equipamentos recentes, com meios tecnologicamente avançados, ou se desmantelem centros e serviços de excelência.Parece tratar-se, de facto, de um programa de extinção, que não de racionalização, de reconcentração de equipamentos de saúde e valências, com claro prejuízo para os utentes do SNS dificultando-lhes a acessibilidade constitucionalmente garantida. O Governo, o ministro da Saúde, em vez de reformar prefere apenas cortar, em vez de prevenir e racionalizar, limita-se a remediar.A referida portaria para o “corte hospitalar” tem implicações em todo o país e Viseu não passa ao lado. Com efeito, se esta decisão do governo for por diante a cirurgia pediátrica do S. Teotónio pode ter os dias contados. Com efeito, já era inaceitável o Governo ter dado o “dito por não dito” quanto ao Centro Oncológico, quanto mais, agora, esta preocupação!Ora, o desmantelamento de serviços de saúde, com profissionais dedicados, que funcionam bem, cientificamente bem-sucedidos, representam o delapidar de um património e de uma experiência humana notáveis.Toda a região a que o Centro Hospital Tondela-Viseu se reporta teme, para além dos doentes oncológicos ignorados pelo governo, que a cirurgia pediátrica existente em Viseu seja transferida para outro destino.Os deputados socialistas requereram a vinda do senhor ministro à comissão de Saúde para dar explicaçõesintenção que o PSD e CDS prontamente chumbaram.É assim que, neste contexto, nos termos constitucionais e regimentais em vigor, os deputados subscritores perguntam ao do ministro da Saúde, através de vossa excelência, senhora presidente, resposta para as seguintes questões:1. Confirma ou não o encerramento da cirurgia pediátrica no Centro Hospitalar Tondela-Viseu?2. Em caso afirmativo, em que distrito e equipamento de saúde vai centralizar o serviço que extingue em Viseu?3. Em caso negativo, tenciona manter a cirurgia pediátrica com todas as suas capacidades instaladas?

Palácio de São Bento, terça-feira, 22 de Abril de 2014

Deputado(a)s

JOSÉ JUNQUEIRO(PS)

ELZA PAIS(PS)

ACÁCIO PINTO(PS)»

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23 de Abril de 2014


Próximos Eventos


Outras notícias

Na segunda-feira, dia 21 de Abril, dando continuidade aos contactos de proximidade, reuniu a Concelhia do Partido Socialista de Viseu, a vereação e os deputados eleitos pelo Distrito com a Direcção Regional da Beira Alta, do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses.

Da auscultação às suas preocupações quer a nível nacional, mas especialmente a nível local, tomámos nota da carência de recursos e a precariedade existente na contratação nos cuidados de saúde primários, nomeadamente na Equipa de Cuidados Integrados (ECCI) e na Unidade de Cuidado na Comunidade (UCC) do ACES Dão Lafões. 

A recente Reforma da Rede Hospitalar, pela Portaria 82/2014, que vem categorizar os hospitais do SNS em grupos, de I a IV, hierarquizando as unidades, de acordo com a natureza das suas responsabilidades e valências, foi outra das preocupações uma vez que, o Centro Hospitalar Tondela Viseu se vê classificado no nível II o que poderá significar a perda do serviço de cirurgia pediátrica.

A actual gestão do setor da saúde está a comprometer significativamente a qualidade de cuidados prestados aos cidadãos, com o desmantelamento dos serviços de saúde, assente em decisões à porta fechada, descurando a audição de associações profissionais, utentes e poder local sem ter em consideração que estes factos implicam uma relação direta na condição de saúde, doença ou vida das pessoas.

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22 de Abril de 2014

Com convidados como Francisco Seixas da Costa, Manuel Caldeira Cabral, Álvaro Beleza, Isabel Coutinho e Jorge Lacão, celebrámos Abril: a história, a liberdade, a democracia e a Europa.

Obrigado a todos os que permitiram o sucesso desta iniciativa.
 

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13 de Abril de 2014

Reunião com Associação de Paralisia Cerebral de Viseu

Adelaide Modesto, Acácio Pinto, Cristina Fonseca, José Junqueiro e Rosa Monteiro

Na reunião com o novo presidente, Carlos Vieira, e a sua equipa dirigente, encontrou-se uma instituição com dificuldades financeiras decorrentes da insuficiência dos acordos de cooperação e da instabilidade laboral no CRI (Centro de Recursos para a Inclusão).

Os acordos de cooperação já não atingem o número global de utentes e o facto de nos mesmos ter desaparecido a majoração, em conformidade com o grau de deficiência, tem impactos na gestão financeira e na manutenção dos recursos humanos necessários, tendo a instituição que suportar o excedente.

As soluções, defende a APCV, vão no sentido de repor o princípio da equidade com a reintrodução da majoração (basta lembrar que cerca de 70% dos custos nesta instituição estão relacionados com o pessoal); de comparticipar a aquisição de viaturas com vantagens fiscais; de dar estabilidade contratual aos técnicos do CRI, pois não se compreende que à precariedade se junte o desaproveitamento da formação e da experiência ao longo de um ano para dar continuidade ao trabalho.

Finalmente, o grande projeto da APCV é o da construção de um lar residencial que inclua os pais dos utentes para poderem fazer um acompanhamento de maior proximidade, bem como garantir aos que vão ficando órfãos estabilidade e residência.

IMPRENSA:

http://gotadeagua53.blogspot.pt/2014/04/deputados-ps-viseu-sta-casa-de-mortagua.html

http://letraseconteudos.blogspot.pt/2014/04/deputados-do-ps-em-defesa-do-estado.html

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10 de Abril de 2014

Dia 12 de Abril, às 15h00, no Hotel Montebelo, em Viseu, um painel de excelência na celebração dos 40 anos do 25 de Abril.

Venha celebrar Abril: a história, a liberdade, a democracia e a Europa num evento aberto à sociedade civil.

Portugal precisa de um NOVO RUMO.

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08 de Abril de 2014

Ontem, na sede da Junta de Freguesia de Abraveses, decorreu mais uma reunião descentralizada do Secretariado Concelhio. Estiveram presentes os deputados do PS na Assembleia de Freguesia de Abraveses e demais membros da lista do PS nas últimas eleições autárquicas.

Foi uma reunião positiva no sentido de uma maior interligação dos autarcas do PS com a estrutura concelhia, num trabalho de parceria, de olhos no futuro e honrando o grande património e história que o partido tem na freguesia de Abraveses.

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24 de Março de 2014

"Os autarcas eleitos pelo Partido Socialista à Freguesia de Viseu votaram contra o orçamento aprovado pelo PSD. Deixo ficar aqui um conjunto de propostas que fizemos no sentido dos leitores poderem perceber melhor o que realmente está em causa: 1. Alterações de natureza financeira (...), 2. Reforço de medidas de transparência e eficácia das decisões de escolha de fornecedores e prestadores de serviços (...) "

Texto de Alexandre Azevedo Pinto, Jornal do Centro edição de 21/03/2014.
 

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21 de Março de 2014